Posts de Novembro, 2007

War in Rio = genialidade absoluta!

Novembro 28, 2007

Só me resta cancelar o post de hoje e indicar com todas as forças o link do WAR IN RIO!

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Eu hoje joguei tanta coisa fora…

Novembro 26, 2007

Até aquele disco dos Paralamas.

Afinal, eu precisavade espaço depois de me esbaldar no Olá Terráqueos.

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Tudo graças a este caixeiro viajante intergaláctico que vem recolhendo produtos criativos e de qualidade para a nossa civilização carente de boas idéias. Qualidade e entrega garantia, é tudo para assegurar o Lobby e garantir o leitinho do Otto. Empenho fé.

Banzo

Novembro 26, 2007

Ah, a tristeza de um novo começo já atrasado no segundo dia da semana. A tristeza de ter que atualizar todos da sua vida, do final-de-semana, do que ainda não foi escrito, visto ou pensado – a certeza melancólica de que deixar parado, se não der dengue, dá barriga.

Ah, a Tristeza dos justos de depois do almoço, em pequenas doses engolidas a cada azeitona. A hora triste em que você trabalha só com o intestino, arrotando quietinho para não atrapalhar os outros. Todos que fingem que prestam atenção nos seus relatórios sobre assuntos importantes e sobre o domingo. Pura falta de educação, o arroto e o fingimento.

Ah, a Tristeza, aquele bairro de Porto Alegre, caminho pra Zona Sul, que pra mim já é Uruguai – um lugar tão estranho que tem praia.

Há a tristeza de ser um pouco segunda-feira e não se ter uma bicicleta.

Resultados do Final de Semana

Novembro 26, 2007

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Toda cura para o tédio

Novembro 22, 2007

Diz a lei sobre não trabalhar: quinta-feira é o dia de perder tempo no Youtube. Então, aqui lembro um projeto muito legal do Pato Fu em seu penúltimo disco. A banda pegou a verba que teria para fazer um vídeo clipe e dividiu em 13, repassando cada fração para uma produtora diferente.

Assim, apresentou um produto inédito no Brasil: um disco com todas as faixas videoclipadas. Independente de gostar ou não da banda, é inevitável aplaudir o projeto e tecer minhas considerações desqualificadas pela própria natureza. Até porque, comparar um com o outro é inevitável dentro deste projeto.

Abaixo, os títulos das músicas com os links para os vlipes:

Anormal
Achei um dos mais criativos tecnicamente. E inegavelmente bonitinho.

Uh Uh Uh, la la la, Ié Ié
Se liga no Pavão Motoboy! Angeli comanda.

Sorte e Azar
Abusando da boniteza, a abertura meio Méliès meio pequeno príncipe descamba para uma luta entre Jesus e os bodes. Achei que perdeu o ritmo do meio pro final, mas passa por média.

Amendoim
Nenhuma unidade temática ou estética tentando me convencer por ser “bonitinho”. Não engoli, rapaz.

Simplicidade
É.

Agridoce
Olha ali, é a Banda! Como é bom ver humanos algumas vezes. Gostei, simplicidade na passagem da informação. Só não curti a tentativa de fazer da Takai a Björk da Pampulha.

No Aeroporto
Carismático bichano e uma busca.

Estudar pra Quê?
Não achei o vídeo. Se alguém encontrar, agradeço.

Vida Diet
Não achei o vídeo. Se alguém encontrar, agradeço.

O que é isso?

!
Meu favorito. Acho que é o mais em sintonia com a canção, mesmo vencendo o desafio da falta de letra.

Tudo
Gostei mesmo do cubo mágico.

Boa noite Brasil
Então é isso.

Amanhã: jogos em Flash, a diversão da sexta-feira.

Adeus, Caicó (atualizado)

Novembro 21, 2007

Demorou, mas Gusta, meu primo boleiro, estreiou pelo Corintians de Caicó pela Copa Rio Grande do Norte. Mesmo depois de um segundo turno razoável, o galo do seridó não tinha mais chances de classificação, mas encerrar contra o Baraúnas em casa sem dar vexame era uma meta de todos.

Gusta treinou bem. Desenvolveu seu futebol durante duas semanas com qualidade. Segundo ele próprio, parte em função do cavanhaque. Isso mesmo, os pêlos faciais estariam dando sorte e ajudando esse caixeiro viajante do esporte bretão a ser destaque nos treinos.

Antes mesmo do Jogo, Gusta já era sensação. Deu uma entrevista para a rádio, coisa rara para um reserva, onde perguntaram sobre a repentina melhora do futebol e a popularidade junto ao povo caicoense. Tanta empatia tem um preço, mesmo querendo ser chamado por Gusta, sobrou o apelido de Gaúcho para o rapaz. Também, ninguém vai ao interior do Rio Grande no Norte tomar chimarrão e fica impune.

 

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Coríntians 1 x 1 Baraúnas

O placar foi todo do primeiro tempo. Mas isso não importa. O importante é o relato da participação de Gaúcho, que entrou aos 28 minutos no lugar de Zé Maria. Vejam como a impensa local relata a participação do garoto.

“Aos trinta e dois minutos, Gaúcho em jogada individual invade a área do goleiro Paulo Renato que faz grande defesa”

Segundo Gusta Gaúcho, ele ainda estava pronto para fazer o gol em uma jogada pela lateral, quando o jogador que faria o cruzamento foi calçado e o juiz não marcou nada.

O Coríntians jogou com Cimar, Clodoaldo, Júlio, Martins e Índio, Hugo, Fabinho (Murilo), Diego Borges e Betinho, Jonatas e Zé Maria (Gaúcho). Téc. D’Ouro.

Gustavo Gusta Gaúcho ou como quiserem chamar está em casa já, no interior de São Paulo, negociando a continuidade de sua carreira. Informações privilegiadas dão conta de um possível acerto com um time não muito distante da casa do rapaz.

Para fechar, uma rápida entrevista com o atleta:

Gusta Gaucho camisa 14

1. Valeu a pena ir pra Caicó? Qual o aprendizado desta aventura futebolística?

Sim, claro que valeu. Primeiro porque eu me profissionalizei. Segundo que pude recuperar um pouco o ritmo de jogo (mas ainda acho q precisa mais uns 2, 3 meses para ficar num nível que ME agrade). Além disso, o grupo de jogadores era sensacional, por incrível que pareça não tinha panelas no time, todos se davam bem, o que é raro no futebol. E tive também a oportunidade de jogar, fazer o DVD – que hoje é tão requisitado pelos clubes antes de contratar, e conhecer o RN, que é um estado muito bonito e de pessoas acolhedoras.

2. Qual a sensação de ser ídolo na cidade, mesmo atuando apenas 20 minutos como titular?

Não diria que eu era ídolo, mas sim conhecido. Não sei bem ao certo se por causa do chimarrão, do cabelo ou alguma outra coisa. Mas sem dúvida é muito bom tu estar em lugar onde todos torcem por ti, a começar pelos companheiros de equipe, que sempre me deram força e torceram para que eu entrasse no time.

3. E agora?

Agora meus empresários estão negociando com alguns clubes. Existe algo bem adiantado com uma equipe de MG e existe até mesmo a possibilidade de voltar para o nordeste, não necessariamente para o RN. De qualquer maneira será uma nova jornada e eu pretendo trabalhar ainda mais para conseguir me destacar e me firmar num clube de expressão nacional em breve.

4. Obrigado.

Eu que agradeço a “A Vida Mata a Pau” e ao “Impedimento” por ter dado tanta atenção a esse meu começo de carreira e a todos que acompanharam e torceram por mim através dos blogs.

 

 

 

 

Greve dos Roteiristas – Eu já vi esse filme

Novembro 19, 2007

Mas o que você ainda não viu foram os capítulos da primeira temporada de Polenta e Pinhão, já que essa envolvente trama nunca foi ao ar por pura falta de visão da TV brasileira.

Episódio 1 – Downtown.

Os rapazes chegam ao rio de Janeiro e ficam sem saber onde ir na frente da rodoviária. Um grupo de meliantes os assalta e espanca Pinhão. Desacordado, é levado nas garupa por Polenta pela madrugada atrás de um pronto socorro. No caminho, o rapaz do interior pede ajuda a diversos personagens da noite carioca: um travesti, um ator da Globo bêbado, um travesti acompanhado de um ator da Globo bêbado, um bando de pit-boys (de quem o rapaz foge correndo) e, por fim, a uma cigana que está numa parada de ônibus. Em cada abordagem, uma situação nova é vivida e uma dica furada recebida.

Por fim, já amanhecendo, Polenta encontra a fila do serviço de emergência. Encosta o irmão junto a um muro na fachada do posto de saúde e cai no sono, exausto de tanto andar pela cidade.

Quando acorda, Polenta está em uma cama confortável, com lençóis limpos e ar-condicionado. Ele estranha e pergunta assustado a Pinhão o que está acontecendo. Pinhão, na cama ao lado e com voz de sono, conta que vendeu o lugar na fila do pronto-socorro e arrumou esse quarto no hotel para os dois passarem a noite.

Polenta continua confuso e pergunta sobre seus pertences, sobre o atendimento médico, sobre onde está o dinheiro. Pinhão pede silêncio, pois está cansado demais depois de carregar o irmão até o hotel e precisa dormir. Polenta solta um “hampf”, vira para o lado e dorme.

Que time é esse?

Novembro 19, 2007

Um time chamado Legião Futebol Clube vem fazendo sucesso nos campos de Brasília. Se você ainda não fez a ligação nome do clube com a cidade, deixo explicito: o time é uma homenagem à Legião Urbana.

Mesmo com o nome curioso, o time não desafina em campo. Tanto que a coisa tem ficado russa para as outras equipes. O Legião ganhou a segunda divisão de 2006, e tem como desafio ir bem no estadual do ano que vêm. Isso vai ser complicado, mas o mundo anda tão complicado, já que jogar um torneio bem é fácil, mas manter o bom desempenho nas quatro estações não é pra qualquer um.

Por mais que você conteste a escolha do nome, não dá pra condenar quem procura fazer um futebol arte, mesmo que seja pra virar sucesso também no AM. Ao que parece, falta um craque mais novo no time, os destaques são todos ainda da geração coca-cola, até mesmo o craque Índio.

Mesmo que a pessoa só torça para o time até os 16 anos, podemos ter certeza que fãs não vão faltar para cantar o Hino, que tem o providencial refrão “será que vamos conseguir vencer?”. Futebol é uma paixão de pais e filhos, ainda mais hoje em dia, aceito como coisa de meninos e meninas – e cá entre nós, essa torcida está uma viadagem.

- Vários trocadilhos de Natália, autora do Lero-lero.

Terça Nobre Forever

Novembro 16, 2007

Como não assisto Lost, só vejo vantagens na greve dos roteiristas que assombra a industria do entretenimento norte-americana.

Pelo contrário, acho que é uma grande chance de encontrar onde encaixar os meus projetos televisivos que as emissoras brasileiras tanto ignoram – vide Tales, o Pardal Neurocirurgião; A série com jovens riquinhos do Oriente Médio e Uribe, o motoqueiro Stripper – solenemente escanteados por aqui.

Dessa vez, a proposta é Pinhão e Polenta, uma minissérie nos moldes de Cidade dos Homens criado em parceria com Hilton Lima.

Pinhão e Polenta

Sinopse do episódio piloto: Pinhão e Polenta são irmãos do interior de algum estado do sul do Brasil, sujos e inocentes, brancos e cheios de sardas. A vida de jovem agrário dos dois vai bem até que seus pais, assentados do MST, resolvem vender as terras para um cafeicultor local.

Já com mais de 16 anos e ainda na terceira série, os garotos ouvem dos pais que não terão mais como viver com eles. Assim, decidem tentar a vida no Rio de Janeiro, o sonho de viver no Leblon que alimentado pelas novelas surrealistas que a mãe deles assistia.

Desembarcando na cidade grande, os rapazes vivem muitas aventurar a cada semana, fazem amigos, conhecem a promiscuidade e sofrem com o calor e com a falta de oportunidades na beira do mar.

O episódio temina com eles sendo assaltados na rodoviária. Pinhão não entende que é um assalto e leva uma coça.

Desejos de mulher

Novembro 14, 2007

linha monga

Tipos para quem precisa, tipografia pra quem precisa de tipografia.

Novembro 13, 2007

Sou eterno nessa Brasília de achar que o amor é o atalho para aceitar a balaca, e não só no amor entre as pessoas. Sei isso por amar cegamente tipografia e impressão com tipos móveis, tanto o estudo e adorno de fontes quanto a grosseria cancerígena da impressão como Gutemberg sonhou.

Mais observador do que qualquer coisa, comecei a me fascinar com o cheiro de tinta e graxa da gráfica em que tive meu primeiro estágio, olhando praquela impressora off set potranca alemã de rolos sobrepostos e chapas de metal, imprimindo igualzinho como faz desde 1955. Lembro do Vargas, um senhor preso a matriciais dizendo como tinha saudade do linotipo que fundia as pecinhas com as letras através de chumbo derretido.

Mais ou menos como a máquina que aparece na metade deste vídeo. Recuperar essas engenhocas onde os convites de casamento de nossos avós foram impressos é quase uma arte, mas não chega lá. Tanto que as iniciativas parecidas no Brasil não se chama de atelier, mas sim de Oficinas.

E a mais bacana que achei é a Oficina Tipográfica de São Paulo, com cursos para a massa e desenvolvimento de campos estéticos e estudos gerais. Dentre ministrantes da oficina, me chamou atenção Marina Chaccur, que se para estudantes de design já é figura carimbada, pra mim, ainda na primeira tupigrafia, é só novidade.

Começando pela foto desse alfajor-torta achado pela minha namorada e continuando pelas etapas do desenvolvimento de algumas fontes: em especial a Flor e o estudo sobre ornamentação, logo ai embaixo.

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Já cruzando a fronteira pro lado da arte encontro um link que há tempos procuro uma deixa pra repassar, que é do trabalho de Tauba Auerbach, que não sei se é menina ou menino, mas tem uma sensibilidade feminina e um espírito prático masculino – combinação fatal para alimentar essa minha paixão.

S.O.S.

Novembro 12, 2007

Estou trancafiado dentro de casa por culpa de uma fechadura emperrada. Logo hoje, que sonhei tinha quebrado meus dentes todos, vejo os dentes da chave empacarem o início do meu dia produtivo.

O chaveiro já foi chamado e caso ele toque a campainha passarei a duvidar da competência do cara. É pra entrar na malandragem.

O mais legal é a vontade de chamar uma pizza só por saber da impossibilidade da porta abrir. Tudo por uma confusão ainda maior na segunda-feira de manhã.

Atualização:

Estou livre.

Bairro – centro – pocilga

Novembro 9, 2007

A incompetência nunca me assustou. Sei que ela existe em todas as áreas e aprendi a respeitar o esforço de um incompetente esforçado. O que não me consola é a falta de vergonha. Não a vergonha de ser incompetente, mas sim essa coisa brasileira de não ter vergonha de fazer o seu trabalho de uma forma porca e incompleta, principalmente quando se é capacitado para tal.

Exemplo maior: taxistas. Para uma família desta espécie, ouvir que o teu sotaque não é estranho é a chave para uma caixa preta cheia de perguntas sobre o transito da cidade – qual o melhor trajeto, onde entrar, querem atalhar por onde e coisas do naipe. Tem cidades que esse problema é crônico.

Aconteceu comigo em uma recente viagem, onde eu precisava chegar ao meu Hotel no centro. O cara me perguntou como chegar no centro da cidade onde ele passa metade do dia dirigindo. se a mula não sabe isso, como vai saber que verde é siga e vermelho significa pare? Deus, o cara taxista, de ridículo já basta o carro amarelo – tenha um discurso mais sensato.

Mesmo sendo uma tapeação ao visitante, não me importo. O que incomoda é saber que por mais que o cara seja um malabarista do trânsito, vai pegar, no máximo, um ou dois reais a mais na féria da corrida. Dois reais para ser tachado de incompetente. Eu pagaria isso na boa, se tivesse uma tarifa estabelecida anteriormente. Na próxima vez que me perguntarem sobre o itinerário, vou tentar implantar esse sistema: peço o trajeto mais curto, sem enrolar, em troca da gorjeta que o taxista quiser, só que com uma condição – ele aceitar ser chamado de porco idiota durante toda a viagem.

Vale a pena lembrar de novo

Novembro 8, 2007

Para saber ou não se você está vivendo em um filme da Sessão da Tarde, faça este simples teste que elaborei. Com 3 rápidas atividades é possível confirmar ou negar com 100% de certeza sua desconfiança.

Passo 1 – Pergunte a sua mãe algo sobre a infância dela ou um momento que vocês viveram juntos. Caso ela se atrapalhe com a resposta, desconfie e anuncie, imediatamente, que vai fazer uma tatuagem e colocar um piercing no mamilo. Se ela não desmaiar, preocupe-se – ela dá sinais que não é ela, mas sim sua irmã, que por um passe de mágica trocou de corpo com ela.

A dica é: não use o shampoo delas.

Passo 2 – Tente mudar suas notas da faculdade ou do colégio pela internet discada. Pegue um disquete antigo (espera, todos disquetes são antigos!), então, pegue um disquete daqueles grandões, entre no DOS e ache o diretório online da instituição. Se conseguir ou o diretor ligar, preocupe-se.

A dica é: nunca deixe as faltas zeradas, fica mais suspeito.

Passo 3 – Espere a campainha tocar e corra para abrir a porta. Se não houver ninguém, olhe para os dois lados e faça uma análise minuciosa do tapete atrás de pessoas em miniatura, pequenos aliens ou pequenas naves de viagem intracorporal. Só valem os objetos encontrados a olho nu. Se seu cachorro vier babar você ou derrubá-lo, desconfie – seus parentes em miniatura estão presos ao pelo do bichano.

Dica: espere começar Malhação e não passe o aspirador.

Uma carona na semiótica

Novembro 6, 2007

dont panic

O momento “C do Carrefour” do dia foi com o logotipo do Guia do Mochileiro das Galáxias. Bastou JP Flores aparecer com a imagem como avatar no seu MSN para eu perceber que o que eu sempre via como uma composição entre um planeta mais um peru é, na verdade, um planeta mais uma mão humana.

Ali, o dedão levantado e os demais dedos curvados pedindo carona estragaram o meu dia. Só de lembrar que, desenganado, sempre imaginei os ETs da história como aves gigantes, procurando justificar a logotipia. Mochila, carona, era tão simples.